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terça-feira, 5 de outubro de 2010

AS REPRESENTAÇÕES DA IMAGEM (ROSTO ) DE JESUS

fonte historiadomundo
A representação de Jesus Cristo transformada ao longo da História.

A representação de Jesus é um tema polêmico que, desde o século XVIII, desperta a curiosidade de vários pesquisadores e religiosos. Na verdade, essa polêmica remonta a sociedade onde o próprio Cristo nasceu.

Os judeus, preservando os ideais de sua prática religiosa e condenando a idolatria dos estrangeiros, proibia a produção de retratos. Dessa forma, a missão de revelar as feições do líder religioso ficou a cargo de diversos pintores e escultores que se lançaram a essa mesma missão.

Um dos mais antigos relatos sobre a representação de Jesus foi constatado em uma narrativa mítica do século VI, referente ao Sudário de Verônica. Segundo o mito, Abgar, rei de Edessa (atual Síria), enviou um artista para que o mesmo pudesse produzir um retrato de Cristo. Ao encontrar o líder religioso, o artista enviado não conseguiu cumprir sua missão, pois o rosto de Cristo emanava uma intensa luz. Com isso, Jesus teria usado uma toalha que ficou marcada pelos traços de seu rosto.

No entanto, a primeira representação historicamente comprovada foi encontrada em uma parede do Pedagogium, a antiga escola da guarda imperial. Neste desenho, criado por volta do século III, há a representação de um homem com cabeça de asno crucificado, enquanto um grego lhe presta adoração. A imagem depreciativa, provavelmente seria de autoria de algum soldado romano não muito convencido do caráter divino do Messias. Portanto, um herege.

Sendo a idolatria a imagens igualmente refutada pelos cristãos primitivos, muitos subvertiam a ordem com a criação de diversos símbolos que remetiam a Jesus Cristo. Entre diversos símbolos podemos destacar a cruz, as iniciais de seu nome e a âncora. Havia também um acróstico produzido a partir da fase “Iesus KHristos Theou Uios Soter” (Jesus Cristo Filho de Salvador), onde suas iniciais formavam a palavra peixe, animal até hoje associado ao Cristianismo.

No entanto, a refutação a uma representação humana de Cristo logo passou a ser praticada pelos cristãos não Evangélicos, a partir do século III. Utilizadas como grande meio de divulgação e conversão religiosa, as imagens de Cristo passaram a contar com uma diversa gama de situações encenadas.

Uma das representações mais comuns coloca Cristo em meio aos animais, fazendo alusão à idéia do poder que o Messias teria de liderar os cristãos e converter os homens.

Em outras imagens mais poderosas, percebemos uma tentativa de valorização da dimensão sobrenatural de Cristo. Nesse tipo de representação temos a ação do Messias durante os julgamentos do Juízo Final, onde estaria separando os bons e os maus. Em outras representações com temática semelhante, Cristo aparece realizando milagres por meio de uma varinha que leva nas mãos. Outro tipo ainda alude à pregação religiosa mostrando um Cristo jovem palestrando  com os seus seguidores.

Todas essas representações de um Cristo imperioso e ativo perdem espaço ao longo da Idade Média. A partir da Baixa Idade Média temos várias representações em que Jesus sofre com os suplícios de seu processo de crucificação. De fato, a imagem predominante de Jesus Cristo tem um rosto de traços suaves, pele clara, olhos claros, barba fina e cabelos ondulados. Essa representação surgiu no tempo das Cruzadas, época em que os não-brancos representavam os pagãos.

Em um recente estudo desenvolvido pela Universidade de Manchester, tendo como base o crânio de um judeu do século I, houve a tentativa de se formular um desenho aproximado do Cristo naquela época. Por meio de avançados recursos de computação gráfica chegaram à conclusão de que Jesus, provavelmente, teria um rosto arredondado, cabelos negros, pele amorenada e uma barba grossa.

Pr. José Lopes de Oliveira
Miss. JMN/CBB

VÍTIMAS DA IMPUNIDADE

Prezados;

Nós Missionários e Pastores jamais ficamos inertes aos descasos, desigualdades, injustiças, perseguições, humilhações, etc, etc, etc...ou seja, lutamos à nossa maneira para defender a liberdade, a igualdade e a fraternidade.

Por isso, compartilho com os irmãos o texto abaixo, que li num blog de um amigo e achei muito bom, tanto que abracei a causa, afinal, no final somos todos vítimas indiretamente, e poderíamos ter sido diretamente. Solidariedade, esta é a palavra de Ordem!!! Unamo-nos como bons obreiros da esperança por um Brasil Verdadeiramente Feliz.

"No último dia 29 de setembro completou 4 anos que o Boeing da Gol, voo 1907 sofreu um acidente aéreo na região de Manaus, vitimando as 154 pessoas a bordo. Neste período as famílias das vítimas lutam incansavelmente por justiça, e lidam com a frustração, vergonha e revolta por verem os dois únicos responsáveis pelo acidente, os pilotos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, gozarem do privilégio da impunidade da Justiça Americana, que não reconhece sua culpa, e ainda acusa a aviação brasileira pelo incidente. Nos Estados Unidos os pilotos alçaram o status de "heróis". Mas, heróis matam gente inocente? Achei que fosse apenas gente má.

Existe uma campanha das famílias das vítimas. Embarque nessa. Seja solidário, mesmo que sozinho ache não ser capaz de mudar o mundo mas, quem sabe juntos...

Ser solidário não faz mal, se acreditarmos que o mundo pode ser melhor por nossas atitudes, ele será!"


Um fraterno abraço a todos,

Pr. José Lopes de Oliveira
Miss. JMN/CBB