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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A CONTRIBUIÇÃO DO PROTESTANTISMO AO SISTEMA PEDAGÓGICO NO BRASIL DESDE O IMPÉRIO.



O cristianismo não é apenas instrução doutrinária ou dogmática do que deve o homem crer acerca de Deus, ele é, sobretudo, um modo de viver.

O cristianismo instrui e educa. Ensina o que se deve crer acerca de Deus, da humanidade, do universo e mostra o dever que Deus requer de todos os homens.

A preocupação com a educação em sentido global fez com o protestantismo buscasse sistema pedagógico adequados à finalidade última – realização da pessoa humana, num relacionamento com Deus e com o seu semelhante.

A pedagogia adotada no Brasil não estava oferecendo oportunidade para todos e não atingia a população. Nesse sentido, observa Matarazo Gomes dos Santos, a pedagogia adotada pelos Jesuítas deixava muito a desejar.

Durante quase quatro séculos, o Brasil foi orientado por um sistema pedagógico que visava atender os objetivos de uma igreja dominante e que chegou a se tornar oficial no período imperial – constituição de 1824 adotou a Igreja Católica romana como religião Oficial do Império.

A partir do advento dos evangélicos, como imigrantes, principalmente no Segundo Reinado, novas perspectivas, para a educação brasileira, começaram a surgir.

Segundo Fernando de Azevedo – a transmissão de cultura – nenhum fermento novo se introduziu no ensino, a não ser o que se preparava nos colégios leigos e nas escolas protestantes: Escola Americana de São Paulo, Colégio Internacional de Campinas, Colégio Piracicabano e colégio Americano em Porto Alegre.

O princípio evangélico do livre exame despertou as forças latentes para buscar a educação como um meio de realização da pessoa humana e não apenas o deleite de alguns privilegiados. A democratização do ensino, isto é, a ênfase no ensino popular foi o grande acontecimento no último período do Brasil Império.

Desde o início da República, foram somados esforços no sentido de transformar a antiga ideia de oportunidade educacional, dirigida aos filhos de todas as famílias, em todo o território nacional. Foi em grande parte, através das escolas sob a influência direta de ministros do evangelho e educadores protestantes da América do Norte, que se processou no Brasil a propagação das ideias pedagógicas americanas, que começaram difundir-se em São Paulo, inicialmente com a Escola Americana, sob a orientação da Igreja Evangélica e em 1908 teve um grande impulso com o Colégio Batista Brasileiro.

CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA AMERICANA EM SÃO PAULO

A Escola Americana em São Paulo foi a pioneira na aplicação do sistema pedagógico Norte-americano no Brasil.

Apontaremos algumas ênfases pedagógicas no sentido de formar o homem para a vida agregando ao ensino técnico o trabalho individual. De um lado ela se ocupava da formação integral do aluno, intelectual e moral, de outro lado preparava-o para o exercício de atividades úteis e práticas. O objetivo da Escola Americana estava bem explicito em seu catálogo:

O fim que visamos não é preparar o aluno para o ofício, como se faz nos liceus de artes e ofícios, mas sim, educa-lo, conservar-lhe a saúde e desenvolver lhe as forças físicas, agregando ao ensino formal dos livros o ensino manual que torna o homem completo para a vida prática.

Isto desperta independência atividade pessoal e forma hábitos de ordem e asseio, desenvolve a atenção o zelo e a perseverança; exercita a vista, a habilidade de julgar de forma e de tamanho, e dá destreza a mais; dá aos alunos o desenvolvimento físico e o descanso fisiológico da inteligência e o cultivo dos sentidos de que necessitam. O seu valor principal é, pois, educativo e não industrial”.

A ênfase pedagógica das escolas protestantes estava voltada para a vida prática, no sentido de ensinar o aluno. Entendia-se a educação não como a soma quantitativa de conhecimentos oferecidos aos alunos, mas como oportunidades que lhe era oferecida para aplicar os conhecimentos. A formação do caráter sempre foi o alvo da educação evangélica, daí a preocupação não apenas com elementos teóricos, mas também com a vida prática.

O êxito alcançado na aplicação do sistema pedagógico da escola americana é explicado não somente com a prática educativa existente, mas principalmente pela nova visão de mundo que apresentava, baseada na propaganda das ideias de progresso de uma nova sociedade nos moldes Norte-americano.

Em 20 de agosto de 1872,  o Jornal Correio Paulistano, referindo-se aos exames realizados na Escola Americana elogiou os métodos de ensino e exames aplicados:

“É realmente auspicioso levar ao conhecimento do povo brasileiro tão importante feito, pois vem de encontro à meta principal da República que pregamos, qual seja a educação popular. O Brasil colonial, o Reino do Brasil e o Império, principalmente o primeiro, nada fizeram em prol de educação primária, e o segundo, se fez algo nesse sentido, não chega ser um simples e pálido ensaio. Isto tudo apesar de boa vontade e entusiasmo do patriarca José Bonifácio de Andrade e Silva, que demorava sempre, no mesmo deserto, a favor da educação popular. A nova Escola Americana de São Paulo está pois, de parabéns”

É difícil calcular o valor e significação da contribuição que Missões e Igrejas Evangélicas prestaram à educação brasileira, bem como em outras partes do mundo.

As primeiras Escolas Missionárias Protestantes no Brasil introduziram uma influência liberal no sistema educacional do país, ainda ajudaram a estabelecer objetivos que reconheciam as necessidades da nação e as aspirações e capacidades do indivíduo.
Devemos não nos esquecer, que a Escola Americana, nessa época, era dirigida pelo Dr. Horácio Lane e quando Antonio Caetano de Campos, diretor da Escola Normal de São Paulo, resolveu promover uma reforma substancial no ensino paulista criando a Escola Modelo, buscou orientação pedagógica na Escola Americana.

Horácio Lane indicou ao diretor Caetano de Campos o nome da Miss Márcia Browne para dirigir a incipiente Escola modelo.

O dr. Caetano de Campos teve de recorrer não poucas vezes à experiência de Horácio Lane para resolver certas dificuldades de ordem prática, que surgiram na aplicação dos novos processos didáticos. Por outro lado, a escola Americana servia de precioso campo de observação e aprendizagem para a nova experiência pedagógica em terras brasileiras.

Dr. Lane também colaborou, cedendo a maior parte do material didático necessário para a instalação da Escola Modelo e foi ele, ainda, o intermediário para a encomenda de mobiliário feito nos Estados Unidos, na perspectiva da futura instalação da Escola Normal em seu prédio na Praça da República.

O dr. Caetano de Campos mencionou em suas considerações “O Brasil vai ter uma verdadeira escola com ensino de Pestalozzi não falsificado”, referindo-se a mais uma contribuição pedagógica que, somada às contribuições de Horace Momn e Froebel, ofereceram ao sistema pedagógica paulista uma nova visão do ensino até então aplicado no Brasil.

A educadora Miss Browne contribuiu para a implementação do novo sistema pedagógico, colaborando com a organização e direção de três escolas modelos em São Paulo. Além da Escola Modelo Caetano de Campos, anexa à Escola Normal, onde foi a primeira diretora, também organizou e dirigiu as escolas –modelo do Carmo e da Luz.

O ex-aluno de Miss Browne, Francisco Venâncio Filho observou que ela foi presença indispensável do dr. Caetano de Campos. “Ela era a ideia, ele era a ação; ele era a cabeça, era o braço, o ideal que empolgava, ela a força que executava”.
“Sem ele teríamos sido, talvez, uma escola rigidamente norte-americana, sem sentimental ter-se-ia voado no balão das fantasias para ir, talvez, perde-se no domínio das utopias”.

Em 1896, Miss Browne retornou para os Estados Unidos. O Governo de São Paulo prestou uma homenagem à ilustre educadora dando ao Grupo Escolar Modelo do Carmo o nome de Grupo Modelo Miss Browne.

REFORMA DO ENSINO EM SÃO PAULO

A primeira reforma republicana no ensino, no Estado de São Paulo, coincidiu com uma série de acontecimentos e de iniciativas que iriam marcar uma nova arrancada paulista nos planos econômico, social, político, cultural e educacional.

A partir de 1890, afirma-se o predomínio econômico e político de São Paulo no Estado brasileiro. Há uma maior ocupação de maior parte do território estadual, inexplorado até então. Substituindo a antiga mata natural por um verdadeiro oceano de café; a escravidão é extinta e se inicia o crescimento em proporções expressivas; ativa-se a urbanização com a introdução de estrangeiro na Capital e cidades de maior destaque no interior, no campo educacional seriam lançadas as bases para a efetiva implantação do sistema educacional estadual de escolas públicas.

A criação do sistema paulista de educação pública resultou dessa atmosfera de progresso.

A partir do final do Século XIX as autoridades educacionais começaram a se sensibilizar com a necessidade de aumentar a rede escolar em função da intensa mobilidade populacional.

O crescimento da população no Estado iria criar graves problemas, cujos reflexos poderiam ser facilmente percebidos n o campo da educação.

O quadro abaixo indica o crescimento populacional do Estado de acordo com os dados do recenseamento realizado de 1872 a 1900.

População do Estado de São Paulo

Data do recenseamento                                             População                   Porcentagens

10/12/1872                                                                873.354
31/12/1890                                                             1.384,743                       +/- 60%
31/12/1900                                                             2.282,279                       +/- 65%

Para esse extraordinário crescimento contribuiu a imigração estrangeira fomentada e em grande parte subvencionada, em seus primeiros tempos, pelo governo Estadual. O quadro a seguir mostra a entrada de imigrantes no Brasil e no Estado de São Paulo.

Imigrantes no Brasil e São Paulo

Anos                           Brasil                          São Paulo                               Porcentagens

1890                           600.735                      319.732                                  53,2%
1895-99                      597,592                      415,253                                  69,5%
1900-04                      249,042                        17,295                                  68,8%

O plantio do café não contribuiu para fixar o homem à terra.
O caráter comercial da exploração, o afastamento do fazendeiro e participação do elemento estrangeiro – que não tinha motivos especiais para fixar-se numa terra que lhe era estranha contribuíram para essa instabilidade de povoamento.  

A constituição republicana de 1891 que instituiu o regime federativo, deixava para o estado a manutenção da educação destinada às camadas populares, isto é, educação primária e seus correlatos – pré-primária, ensino normal e profissional.

Dessa forma, desobrigando-se a união de qualquer responsabilidade direta e sendo incerta a participação municipal e a particular na educação popular esta passou a depender dos estados.

O Estado de São Paulo não sofreu restrições quanto aos outros estados mais carentes, porque estava passando por um grande surto de desenvolvimento.
O sistema de ensino paulista anterior à República era deficitário e insatisfatório. Era necessário uma reforma ampla que pudesse atender ao crescimento qualitativo e quantitativo do Estado, como buscavam os ideais republicanos os líderes desempenharam destacando importante papel na luta pela educação popular.

Caetano de Campos em carta envaida ao presidente Prudente de Morais mostrava sua preocupação com o preparo intelectual do povo.

Por várias vezes o dr. Rangel Pestana escreveu artigos sobre a necessidade de reforma do sistema educacional paulista.

A reforma do ensino público paulista estava pestes a acontecer e com a nomeação do dr. Antonio Caetano de Campos como diretor da Escola Normal a reforma tão esperada seria concretizada.


REFORMA DA ESCOLA NORMAL

Diversas iniciativas de profunda significação marcaram no âmbito educacional, os primeiros tempos do período republicano no Estado de São Paulo.

A primeira reforma de impacto da instrução pública paulista, no período republicano, foi efetuada através da lei nº 88, de 8 de setembro de 1892.

As principais medidas instituídas pela reforma de 1892, segundo o parecer de Heládio C. Antumber, foram:

1)      Consolidação da Legislação escolar e a nova estrutura dada à organização e direção do ensino;
2)      A Reforma da Escola Normal, a conversão das escolas anexas em escolas modelos e a tentativa de formação do Magistério Primário;
3)      A organização dada ao sistema de ensino com sua direção em três níveis: primário, secundário e superior – que apresenta muitas semelhanças com atual estruturação vigente na maioria dos países civilizados;
4)      A divisão do ensino primário em dois níveis (Preliminar e o complementar) em curso de formação de professores.

Foram também criados cargos e organismos dentro da Secretaria do Interior.

A reforma de 1892 preocupou-se, sobretudo, com os aspectos qualitativos do ensino primário.

A educação primária foi concebida para um período de oito anos e caberia à Escola Normal o papel importante de estrutura as escolas-modelo para alcançar o objetivo proposto.

A Escola Normal da Capital tornou-se o maior centro de instrução dedicando aos estudos e à experimentação pedagógica em terras paulistas, nas primeiras décadas da República.


OBJETIVOS DA REFORMA

O espírito da reforma da Escola Normal, efetuada pelo Decreto de 12 de março de 1890, consistia, em suma, na concepção que significa ensinar.

O sistema pedagógico anterior consistia em repetições sucessivas até que o aluno guardasse na memória as definições. O método decorativo trazia problemas para a aprendizagem, para aquele que tinha dificuldades de reter na memória.

O objetivo último da reforma era alcançar todo o ensino primário no Estado de São Paulo.

A chave de toda a evolução do ensino escolar repousava sobre a prática que devem ter os alunos-mestres na escola-modelo, e não apenas a ampliação do curso superior com a criação de novas cadeiras, o aluno-mestre precisa aprender na escola como as crianças são instruídas e como se aplica o método indutivo.

Essa nova perspectiva para a educação brasileira seria explicável e possível através da colaboração de professores que tinham vivência com o novo sistema pedagógico. Foi essa a preocupação do diretor da Escola Normal ao insistir com as professoras Maria Guilheminda Loureiro de Andrade e Miss Márcia Browne, porque ambas conviveram com a nova metodologia em terras norte-americanas. Assim, graças a habilidade e dedicação, principalmente, de Miss Browne, a Escola Normal alcançou seu objetivo.

ESCOLA –MODELO

A reforma da Escola Normal seria o primeiro passo para promover a reforma do ensino em São Paulo. Ela deveria preparar os professores que aplicariam a nova metodologia de ensino. A teoria e a prática deveriam caminhar juntas, daí a criação da Escola-Modelo junto à Escola Normal.

A Escola-Modelo é inaugurada no dia 26 de junho de 1890 com a presença do dr. Prudente de Morais, governador do Estado. A Escola-Modelo estava surgindo com um suporte pedagógico bem sólido. Os princípios dos educadores Pestalozzi e Froebel eram enfatizados na cadeira de pedagogia da Escola Normal, procurando infundir nos professorandos um sentimento de ternura de profunda afetividade pelas crianças, nas quais viam todos o grandioso projeto do futuro.

A prática do ensino na Escola-Modelo se tornou uma realidade palpável, graças ao esforço e aplicação da diretora Miss Browne, que possuía formação pedagógica adquirida nos Estados Unidos.

ENSINO PÚBLICO NA PRIMEIRA REPÚBLICA

Em 8 de setembro de 1892, sendo presidente do Estado Bernardino de Campos, promulgou-se a lei que reorganizava o ensino público, regulamentada em 23 de novembro de 1893. Ocupava a Pasta do Interior, na época Cesário Mota, que havia substituído a Vicente de Carvalho, em fevereiro do mesmo ano.

Como consequência da reforma do ensino público foram criadas mais três escolas normais, além de escolas complementares e ginásios, reorganizaram-se os serviços de inspeção do ensino, inauguram-se vários grup0s escolares; a Escola Normal de São Paulo, cujo curso passou a ser de quatro anos, instalou-se em 1904, no novo edifício da Praça da República.

O movimento remodelador, inspirador de ideais e técnicas pedagógicas norte-americanas prologou-se até o século XX pela ação de um grupo de educadores como Gabriel Prestes sucessor de Caetano de Campos na direção da Escola Normal, e Oscar Thompson, substituto de Miss Browne, em 1893, e que assumiu em 1909 a direção geral do ensino público em São Paulo.

O professor Fernando de Azevedo em suas críticas dizia que apesar do ensino ser considerado modelar e inspirador para outros estados do Brasil não havia progredido nem produzido literatura pedagógica adequada para atender as necessidades criadas.

A guerra de 1914, com suas devastações e consequências tremendas, havia contribuído poderosamente para elevar ao primeiro plano das preocupações políticas, as reformas educacionais.

No Brasil, a renovação dos métodos de ensino foi liderada pela reforma em 1920, feita por Antonio de Sampaio Dória, diretor da Instrução Pública de São Paulo. Outras reformas surgiram como a do rio de Janeiro (1927-1930), de Minas Gerais (1927-1930) e de Pernambuco (1930-1935).

Em termos de projeção nacional as reformas que mais contribuíram para Instrução Pública foram as que aconteceram no rio de Janeiro e Minas Gerais, pela significação e sua repercussão na fase de desenvolvimento de uma política nacional de educação.

IRRADIAÇÃO DO SITEMA PEDAGÓGICO

No período republicano, o Estado de São Paulo, foi o pioneiro na renovação do sistema pedagógico, graças ao idealismo de Antonio Caetano de Campos e da eficiência da sua equipe de professores.

A irradiação do novo sistema pedagógico aconteceu através dos professores formados na Escola Normal e através do interesse de governos estaduais, que foram buscar em São Paulo as sugestões para uma reforma educacional.

Vários estados foram beneficiados coma presença de professores paulistas, que orientaram e reconduziram a reforma de ensino. Entre eles podemos nomear: Oscar Thompson, Orestes Guimarães, Romão Prigani, René Barreto, Pedro Voss, Arnaldo de O. Barreto, Carlos A Gomes Cardim, os irmãos Antunes, Carmem Cardoso, João Lourenço Rodrigues, Carlos Reis, José Ribeiro Escobar, Tales de Andrade, Humberto Souza Leal, Antonio de Almeida Junior, J.J Cardoso de Mello Neto, José Carlos Macedo Soares, Enéas Câmara, Bendito Nazareth, Cesár Martinez, Lourenço Filho, Luiz Galharnone e muitos outros.

Os ex-alunos da Escola Normal procuram levar aos Estados o sistema pedagógico considerado inovador. Tendo aquele que tantas aflições custara para Caetano de Campos, Miss Browne e outros agora alcançavam horizontes amplos como raios de luz a atingir o ambiente sombrio do ensino público.
A Escola Normal foi dessa maneira projetada para dentro do Brasil, no tocante à aplicação do sistema pedagógico.

Colaboram para a expansão da Escola seus ex-alunos:

1.      Santa Catarina: os professores Orestes Guimarães, Cacilda Rodrigues Guimarães, Henrique Gaspar Midan, José Donato Verano Pontes, Sebastião de Oliveira Tocha.
2.      Paraná: o professor César Martines,
3.      Goiás: o professor Humberto de /Souza Leal;
4.      Piauí: o professor Luiz Galharnone; sud Menucci;
5.      Ceará: O professor Lourenço Filho;
6.       Pernambuco: os professores José Ribeiro Escobar, José Scramelli e Fabio Lozano;
7.       Espírito Santo: os professores Carlos Alberto Gomes Cardim, Rafael Gisi;
8.       Minas Gerais: o professor Sebastião de Faria Zimbres;
9.       Bahia: o professor Anísio Teixeira;
10.   Distrito Federal: os professores Lourenço Filho e Said Moreira;
11.   Acre: os professores Paulo carvalho, Fernandes de Andrade Sá, Filipina Leopoldo de Andrade e Sá;
12.   Alagoas: o professor Luis Toledo Piza Sobrinho;
13.   Sergipe: o professor Carlos da Silveira;
14.   Mato Grosso: os professores Gustavo Kushsmann, Leonildo Marthus, Rubens de Carvalho, Antonio Almeida Junior, Aurora Coelho, José Antonio Rizzo;
15.   Território de Ponta Porã; os professores Leônidas de  Macedo e Rafael Grisi.

A Escola Normal de São Paulo, através de seus alunos, foi além fronteira e contribuiu como professores que tiveram  missões especiais em missão cultural no exterior tais como: Noemi Silveira Rudolfer (Estados Unidos, Bolívia e Paraguai) Iolanda Caçapava Gama (Paraguai e Uruguai) Jovino Macedo e Maria Aparecida Barbosa (Paraguai) tendo assim contribuído e concluído a contribuição do protestantismo ao sistema pedagógico no Brasil desde o Império.

BIBLIOGRAFIA

RIBEIRO, Maria Luísa S. História da Educação Brasileira – 5ª edição Editora Moraes
VIEIRA; A David Gueiros. O Protestantismo, A Maçonaria e a Questão Religiosa no Brasil  - 2ª edição – Editora UnB


Pesquisado e elaborado por:
Prof. José Lopes de Oliveira
Teólogo – Instituto de Ensino Superior Betel/SP
Técnico em Segurança do Trabalho – SENAC/SP
Pedagogo – FAAC- Cotia/SP
Gestor em Organização Social – FIZO- Osasco/SP
Psicopedagogo – UNAR – Araras/SP
Mestrado Inc.: Educação, Administração e Comunicação – UNIMARCOS/SP
Mestrando Ciência da Educação: Formação de Professores –UEMC – Esp.
Pr. Batista da Convenção Batista Brasileira
Professor na área de Pedagogia e Teologia – Faculdade Paschoal Dantas/SP