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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pr Cristiano Scuciatto: Deus em Questão - Sigmund Freud x C.S.Lewis Docume...

Pr Cristiano Scuciatto: Deus em Questão - Sigmund Freud x C.S.Lewis Docume...:   Sinopse: "Deus em Questão", série da PBS em 4 partes, explora de forma acessível assuntos que preocupam todos os seres pensantes: O que é...

domingo, 15 de abril de 2012

PRIMEIRA CANTATA DE PÁSCOA – MISSÃO EM VILA UNIÃO

Na data de 14 de abril de 2012 a Igreja Batista em Freguesia do Ó – “IBAFÓ” sob o pastoreio do Pr. Edélcio Costa, fez apresentação da Cantata de Páscoa, sob a Regência do Maestro Carlinhos na Frente Missionária em Vila União – Distrito da Freguesia do Ó/SP – Capital, onde os Missionários Pr. José Lopes de Oliveira e  Miss. Elisete já atuam desde novembro de 2011, realizando Estudos Bíblicos nos lares e estudos coletivos em uma garagem cedida por uma das irmãs que faz partes dos 22 novos convertidos, tendo cerca de 20 a 25 crianças que também são discipuladas e ministradas aos sábados com a irmã Jesiane, Sabrina e Pr. Edélcio.



Durante as apresentações do Coral IBAFÓ, os Cânticos das crianças desta Missão Batista em Vila União a população se fez presente (cerca de 100 pessoas) assistindo cada peças  da Cantata, assim, como, a Mensagem da Palavra de Deus que foi proferida pelo Pr. Edélcio.



Nós Missionários desta Missão Batista em Vila União, agradecemos todos os participantes e Igreja que nos apoiam com suas orações e contribuições, que Deus muito vos abençoe em o nome de Jesus.



Seus Missionários a Servindo ao Reino de Deus na ABANOC

Pr. J.Lopes e Elisete

QUARTO GRANDE TREINAMENTO DA CAMPANHA TRANSPAULISTA- ABANOC

A Associação Batista Noroeste da Capital/SP – ABANOC- sob a Coordenação de Base Operacional do Pr. Paulo Lopes Barbosa, em atendimento a convocação maior do Senhor Jesus, fez acontecer um Grande Encontro de Treinamento de Lideranças rumo à Transpaulista 2012, na Igreja Batista do Morro Grande – Pr. Edson Plaza, com a participação de 70  pessoas envolvidas e motivadas ao trabalho missionário desta Associação e Igrejas.



A ABANOC tem como Treinador e Mobilizador de Estratégias de Expansão Missionária o Pr. José Lopes e Mis. Elisete da Junta de Missões Nacionais/CBB, Tivemos também a presença e participação a Gerente Regional São Paulo a Mis. Maria Helena e também ministrou parte do Treinamento com o Pr. J.Lopes, a Miss. Lenir Ribeiro da Missão Batista Parque Suburbano em Itapevi /SP  que juntamente com a Mis Elisete aplicaram o Treinamento de EBF, e a Líder de Equipe da Igreja Batista do Cachoeira, irmã Sara ministrou o treinamento dos Kids Games.



Durante o Treinamento que foi desenvolvido com muita alegria, e a orientação e ação do Espírito Santo e com orações, foram realizados alguns sorteios com DVds da Campanha da Trans, evangelho de João e duas inscrições para voluntários participarem deste Grande Evento de Evangelização em toda a Pátria brasileira.



Nós a Família Missionária, desejamos agradecer a todos os voluntários e líderes presentes bem como àqueles que por motivo de força maior, não puderam estar neste grande encontro, agradecemos a Igreja Batista do Morro Grande que juntamente com seu Pr. Edson Plaza, que carinhosamente cedeu as dependências do Templo para a realização deste Evento, bem como a deliciosa feijoada que a equipe de cozinha preparou com amor e carinho a estes obreiros do Reino de Deus.



Que Deus muito vos abençoe em o nome de Jesus



Seus Missionários Servindo ao Rei Jesus na ABANOC.

Pr. Lopes & Mis. Elisete

sexta-feira, 13 de abril de 2012

ARTIGOS-ABORTO



Se nem a presença de uma menina anencéfala de dois anos de idade, levada pela mãe diante dos olhos dos Ministros do Supremo, foi suficiente para demonstrar a inconsistência de tudo que ali se afirmava, então definitivamente aquela corte é um hospício.


Eric Voegelin chama de fundamentalista a pessoa que acredita em frases independentemente de seu significado. Quem acompanhou o debate no Supremo Tribunal Federal a respeito do aborto de bebês anencéfalos assistiu a um verdadeiro conclave de fundamentalistas. Era visível – irritante, eu diria – o esforço para criar uma realidade jurídica que, à evidência, era ficta, ou, valendo-me de outra expressão de Eric Voeglin, era uma “segunda realidade” (um “mundo como ideia”, diria o poeta Bruno Tolentino).

Tome-se a palavra feto, por exemplo. No vocabulário dos fundamentalistas do Palácio, essa palavra designa algo que se desenvolve no ventre de uma mulher e que, a depender da lúcida compreensão de conspícuos magistrados, será chamado de “pessoa” quando vier à luz, especialmente se o for de modo saudável. Nessa perspectiva, a palavra aborto ganha especial significado no vocabulário fundamentalista. A interrupção da gestação de um feto, que, por qualquer razão, os fundamentalistas do Palácio consideram não merecer a designação de pessoa, chama-se “antecipação terapêutica do parto”. Sobre o ser pessoa, então, os fundamentalistas dispõem de um arsenal de definições, todas muito bem exemplificadas do ponto de vista do direito patrimonial; sempre, porém, com aquela ressalva expressa de que o nascituro, para ser pessoa, precisa vir à luz com “vida”: precisa deixar de ser alguma coisa no ventre da mãe.

Mas nem só de desconstruir o sentido das palavras vivem os fundamentalistas do Palácio. Eles cultivam, com igual afã, a nobre arte de esvaziar o sentido das palavras, relativizando-as a ponto de já não significarem nada; ali permanecem moribundas, um flatus vocis. Refiro-me, especialmente, ao vocábulo composto “ser humano”, praticamente caído em desuso, feito arcaísmo. Modernamente, o vocábulo correto seria pessoa, ou seja, coisa que, saída do útero de mulher de modo saudável, tornou-se “alguém”.

E nem se diga sobre o destino de palavras como “fé”, “Deus”, “Cristo”, “caridade”, “vida”... Ah, sim!, os fundamentalistas são kantianos: de um lado a razão (a ciência, o racional, a objetividade), de outro a fé (a superstição, o irracional, o puramente subjetivo). Não é preciso dizer que, nesse particular, o argumento dos fundamentalistas beira ao deboche: “O Estado é laico!”, bradou aquele relator de pronúncia amaneirada. Por Deus! Do que esse homem estava falando? Quem é esse Estado que é laico? Quem é esse Estado senão o conjunto de seres humanos nascidos de mulher, feitos à imagem do Criador? Que é a vida humana senão o sopro do Criador?

O sopro do Criador é a centelha divina sem a qual somos apenas pó, sopro esse que se renova todas as vezes que o milagre da vida acontece, exatamente no instante em que, no ventre da mulher, o espermatozoide fecunda o óvulo. Isso é a realidade. Isso era o único fato objetivo sobre o qual deveriam decidir, mas que os fundamentalistas, porque habitam uma segunda realidade, desprezaram: os fundamentalistas são cegos por opção.

E quando o debate público já não encontra fundamento na realidade, quando a discussão não passa de mero produto verbal sem contato com o chão duro da experiência concreta, entramos no reino da loucura, onde tudo conta, menos o real. Se nem a presença de uma menina anencéfala de dois anos de idade, levada pela mãe diante dos olhos dos Ministros do Supremo, foi suficiente para demonstrar a inconsistência de tudo que ali se afirmava, então definitivamente aquela corte é um hospício.






Márcio Luís Chila Freyesleben é procurador de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sempre que o homem desobedece a Deus, o Senhor julga o pecado e, então, Sua graça oferece um recomeço. Gênesis. 11:1-9

Extrutura
1]) 11:1-9 Deus impede uma revolta

2) vv.1-4 Rebelião - "Não sejamos espalhados..."

3) vv.5-9 A reação de Deus – “Deus jamais fica perplexo". Ele não se admira, pois Ele sabe tudo de antemão. Ele, tão somente, permite, dá liberdade ao homem. E o limite que Ele tolera é que o propósito dEle ("encher a terra") não seja prejudicado ou impedido.

v.4 A Lei do Grande Impulso: A torre de Babel – O impulso é o melhor amigo do líder: Unidade de visão de linguagem e de esforço entre o povo de Babel proporcionou uma extraordinária oportunidade. Infelizmente, usaram a Grande Oportunidade para seguir em sue próprio caminho. Como resultado, deus paralisou a oportunidade deles, confundindo a linguagem e espalhando-os pelos quatro ventos da terra.
 v. 6 "Um só Povo” - este povo tinha vários elementos a seu favor. eram"uma espécie de nações unidas” que falavam a mesma língua e usavam um único vocabulário. era motivado por um só espírito de orgulho e pelo desejo instigante de se tornar célebre. A única coisa que lhe faltava era a aprovação de Deus.
 v.7 a resposta de Deus: "Desçamos e Confundamos" - "Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles”. Sl.2:4
 v.9 -"Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel. - Por vezes Deus usa a confusão pra fazer com que as pessoas retornem e se limitem à sua realidade e à sua pequenez e para impedí-las de se unirem contra a vontade Dele
 Contexto: Literário
 
Contexto Geográfico: Planície de Sinear – A terra de Senear foi identificada como bacia dos rios Tigre e Eufrates, onde civilizações antigas, como a a Babilônia, construíram pirâmides em degraus  conhecidas como zigurates. Gn. 11:3,4, 8
 Teologia Bíblica: Deus reage. Isto é, Ele é agente e reagente, sempre conforme o Seu propósito. E nunca deixa prevalecer, mas, corrige o erro humano.
 Aplicação:
 As pessoas do mundo dependem de sua própria sabedoria e de seus próprios esforços e, ainda assim, não conseguem criar um nome que permaneça.
 - O homem quando depende apenas de sua própria sabedoria e de seu próprio esforço e sem se preocupar em saber a vontade e propósito Divinos, não consegue edificar uma obra grandiosa, útil, positiva e, logo, nem um nome (fama) que permaneça.
 Quem conhece um nome de alguém que tenha trabalhado na famosa torre de babel? Quem sabe o nome do líder?
- Contudo, os homens que não se preocuparam em engrandecer o seu próprio nome, mas que, humildes, agiram obedecendo a vontade e o propósito Divinos, para engrandecer o Nome de Deus, realizaram obra que permaneceu e prevaleceu e que perpetuou o nome deles na humanidade. Foi o caso de Abraão, Noé, Davi, Salomão, etc. Abraão é conhecido ao redor do mundo reverenciado por judeus, muçulmanos e cristãos.
Há uma enorme diferença entre a humanidade dizer: "tornemos célebre nosso nome!" e Deus dizer: "Te engrandecerei o nome!".
"A união faz a força", diz o ditado. E é verdade. O homem é um ser social. Deus quer que os homens se entendam e se unam, em paz e prosperidade social. Mas a união faz o homem se sentir mais forte e mais ousado, mormente para fazer coisas erradas.
 Veja um caso bem atual. É o caso das torcidas organizadas. Um torcedor sozinho talvez seja totalmente inofensivo. Mas a formação de "gangue" anima as pessoas a fazerem coisas más. Isto é próprio da natureza humana. Daí o esforço do MP Ministério Público de SP em proibir o acesso das torcidas organizadas aos estádios. Inclusive o Código Penal, art 288, condena a formação de quadrilha.
 O homem é um ser naturalmente social. Deus quer que os homens se unam, mas para fazer coisas boas. Ele escolheu um povo, os judeus, e depois a Igreja, para unidos fazerem a vontade de Deus e fazerem Missões Mundiais ("e em ti serão benditas todas as famílias da terra.", Gn 12.3; "ser-me-eis testemunha tanto em Jerusalém...", At.1.8).
 Um crente sozinho, talvez uma igreja sozinha, não pode enviar e sustentar um missionário. Mas vários crentes, várias igrejas unidas podem. Se uma igreja local cumpre o propósito Divino, ela prospera. Se não cumpre, Deus pode agir sobre ela de forma drástica, seja dividindo-a ou até extinguindo-a, espalhando os seus membros por outras igrejas.
 Um outro fato possível de se citar é a divisão do Cristianismo entre várias denominações e até várias Igrejas diferentes dentro de uma mesma denominação. Cada uma tem suas particularidades. Cada uma atrai a simpatia de certo tipo de pessoa. Há quem goste de cultos mais animados, outros mais conservadores e solenes, etc. Outro detalhe, é que cada denominação / igreja tem uma visão e ação diferentes. Uma é mais missionária urbana. Outra em missões nacionais e mundiais. Outra é mais ligada à ortodoxia doutrinária. Outra atinge a população mais pobre. Outra a mais rica. Outra a mais culta. E, Etc.
 A chamada história primitiva de Gênesis termina com a torre de Babel e a diáspora da humanidade por toda a terra. Os capítulos finais do livro (do 12 ao 50) dedicam-se à história dos ancestrais de Israel, divididos em três segmentos: Abrão (e a figura transitória de Isaac, Jacó) e José e seus três irmãos – os progenitores das 12 tribos de Israel. Mais uma vez, a genealogia assinala a quebra entre as narrativas; as dez gerações de Noé a Abraão (ou Abrão) repetindo as dez gerações de Adão a Noé.
 À primeira vista, o incidente da torre de Babel parece retratar um deus irado pronto a punir o povo por causa da desobediência. Mas a questão envolvia muito mais do que isso. Na verdade, deus estava implementando um plano chamado “dividir e conquistar”. Em Gênesis 11, o Senhor dividiu as pessoas em muitos grupos de linguagem. Em gênesis 13, escolheu um desses grupos e fez aliança com um dos seus membros. Deus falou a Abraão e prometeu abençoá-lo e, através dele, abençoar todas as famílias da terra. Por causa dessa aliança, Abraão tornou-se o pai do povo hebreu.
 É importante observar como deus propôs seu plano. Disse a Abrão que o abençoaria, juntamente com os seus rebanhos, a terra, a família e o nome. Deus falou com Abrão de coração para coração, revelando-lhe as bênçãos que  usufruiria através da aliança. E Abrão não foi resistente: Aceitou a proposta de Deus.
 Enquanto Abrão podia ter decidido obedecer a Deus simplesmente porque Ele é Deus, o Senhor fez o esforço de, primeiramente, efetuar ligação com Abrão. Deus tocou o coração de Abrão antes de pedir a mão dele. E você tem recebido o toque de Deus em seu coração? Pense nisso!

Forte Abraço e até breve.