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terça-feira, 27 de março de 2012

MIKVÉ - SÉCULO XVII NA BAHIA


                  Descoberta em casarão em Salvador pode mudar história do judaísmo no Brasil
Um grupo de cinco pesquisadores encontrou no Hotel Vila Bahia, no Cruzeiro de São Francisco, Pelourinho, o que pode ser a prova mais antiga da prática do judaísmo em toda a América Portuguesa



O que para um leigo não passa de uma banheira antiga, para um judeu ortodoxo é tão importante quanto uma sinagoga - o templo sagrado dos israelitas. Por si só, a mikvé (isso mesmo, mikvé) que ilustra essa página, já seria uma relíquia.
Mas e se o local onde são realizados banhos sagrados para purificação judaica for do século XVII, período auge da Inquisição católica na Bahia? E se ele foi construído em um casarão antigo, no Centro Histórico de Salvador, a uns 15 passos da Igreja de São Francisco, bem na cara do Santo Ofício? E se ele é um segredo sagrado, guardado por quase quatro séculos. Aí, além do status de relíquia, o material é capaz de mudar a História.


Descoberta em casarão em Salvador pode mudar história do judaísmo no Brasil
Um grupo de cinco pesquisadores encontrou no Hotel Vila Bahia, no Cruzeiro de São Francisco, Pelourinho, o que pode ser a prova mais antiga da prática do judaísmo em toda a América Portuguesa. E o mais curioso: ela teria pertencido a um cristão-novo, como eram conhecidos os judeus que, por decreto do rei de Portugal D. Manuel I, em 1497 foram convertidos à força em católicos.

O fato de ser uma mikvé já tornaria o material algo único na Bahia. Mas, se a época da sua construção coincidir com o período no qual os judeus eram perseguidos, isso a transformaria em um achado arqueológico único no país. Apenas no Recife há uma sinagoga tão antiga, construída na primeira metade do século XVII. Só que ela é do período de dominação holandesa naquela região. Diferente dos portugueses, os holandeses toleravam judeus.

Ainda não há 100% de certeza de que a peça é uma mikvé. Mas três anos de pesquisas mostram que isso é quase certo. “Tudo leva a crer que é uma mikvé tradicional. As dimensões de comprimento e largura, a capacidade volumétrica, o reservatório de água da chuva e até a ausência de um ralo nos fazem crer que é uma mikvé”, diz a historiadora Silvana Severs, do grupo responsável pela descoberta.    

Descoberta  O equipamento do Pelourinho foi encontrado em 2006. Seu valor histórico e arquitetônico, porém, se revelou por acaso. Uma reforma realizada no casarão fez com que o francês Bruno Guinard, diretor do hotel, promovesse a restauração do que acreditava ser um “banho português”. “Estava debaixo de escombros”, descreve Bruno. “Chamei alguns especialistas que disseram se tratar de um simples ‘banho português’. Mas senti que era algo mais e resolvi restaurar”.  
 
Dois anos depois, um judeu ortodoxo que visitava o hotel falou pela primeira vez que aquilo poderia ser uma mikvé. Depois, uma cliente do restaurante, também judia, desconfiou da construção. Essa mesma cliente, a nutricionista Berta Wainstein, em 2009, propôs que um grupo de pesquisa fosse montado. “Sou uma curiosa, uma apaixonada. Quero deixar esse patrimônio para a Bahia”, diz Berta.
Professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e historiadora do Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Iphan), Suzana Severs diz que falta apenas o estudo arqueológico para datar a construção, o que confirmaria se é realmente do século XVII. Aliás, a própria idade do casarão, que fica na esquina da rua da Ordem Terceira do São Francisco, conta a favor. “O imóvel é daquele período. Além do mais, confirmamos que os azulejos que recobrem a mikvé são também do século XVII”.

Ousadia Junto com a datação da peça, será preciso mais pesquisa. Há a suspeita, por exemplo, de que o primeiro proprietário do casarão chamava-se Francisco de Oliveira Porto. O nome é português, mas essa pode ter sido apenas mais uma forma de ele se proteger dos inquisidores. “Precisamos saber se ele era realmente um cristão-novo e realizava rituais judaicos”, diz Suzana.

É preciso conhecer a força da inquisição para entender a ousadia de quem praticava o judaísmo na Bahia seiscentista. “A simples suspeita de que um indivíduo mantinha hábitos judaicos já seria motivo para ser levado à fogueira. Imagine ter uma mikvé!”, analisa Anita Novinsky, da Universidade de São Paulo (USP) e uma das maiores autoridades do país em cristãos-novos.

Ela explica que ainda assim houve quem mantivesse a tradição - foram chamados de criptojudeus. “Se havia prática judaica em Salvador? Ô, se havia. A Bahia foi o centro do judaísmo no Brasil do século XVII. Provavelmente, o homem que construiu o casarão era um criptojudeu”.
Rabino: 'Estou 100% convencido'

Ainda que a cautela seja um dos princípios do grupo de pesquisa, o rabino Ariel Oliszemski, que é argentino e mora no Rio Grande do Sul, acredita piamente que a construção instalada no Hotel Vila Bahia se trata de um exemplar antigo do banho sagrado dos judeus.

“Estou 100% convencido. Todas as características são de uma mikvé”. Chamado a participar dos estudos, ele explica que o banho sagrado tem diversos usos. Mas, basicamente, representa o momento de se purificar para uma etapa nova da vida.“A mulher quando vai se casar ou está ‘impura’ pela menstruação. As pessoas que se convertem ao judaísmo. Esses devem se banhar”.

Independente da função, o que não se pode negar é a importância de uma mikvé. “Não existe vida judaica sem sinagoga e sem mikvé”, diz o rabino Oliszemski.

sexta-feira, 16 de março de 2012

New York Times publica anuncio anticatólico, mas se nega a publicar anúncio anti-islâmico


16/03/2012
 às 7:15


Na BBC, nós já vimos aqui, é permitido insultar cristãos e fazer pilhéria de Jesus Cristo, mas é proibido tornar pública qualquer referência crítica ao profeta Maomé. Chegou a vez de o New York Times evidenciar a sua dupla moral. O cristianismo é hoje a religião mais perseguida do mundo — INCLUSIVE NOS PAÍSES CRISTÃOS, O QUE É ESPANTOSO! Qual é o ponto? No dia 9 de março, o New York Times publicou este anúncio, segundo informa a FoxNews.com.
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Ele convida os católicos a abandonar a Igreja. Indaga por que enviam seus filhos para a doutrinação e classifica de equivocada a lealdade a uma fé marcada por “duas décadas de escândalos sexuais envolvendo padres, cumplicidade da Igreja, conluio e acobertamento, da base ao topo da hierarquia”.
Muito bem! Tudo em nome da liberdade de expressão e da liberdade religiosa, certo? Ocorre que a blogueira Pamela Geller, que comanda a página “Stop Islamization of America”, tentou pagar os mesmos US$ 39 mil dólares para publicar no mesmo New York Times um anúncio convidando os muçulmanos a abandonar a sua religião. E O NEW YOR TIMES SE NEGOU! Assim:
anuncio-anti-islam
Pamela afirma que seu anúncio era baseado naquele anticatólico. Dirigindo-se aos muçulmanos, indagava: “Por que pertencer a uma instituição que desumaniza mulheres e os não muçulmanos (…)? E convidava: “Junte-se àqueles que, como nós, colocam a humanidade acima dos ensinamentos vingativos, odiosos e violentos do profeta do Islã”.
Ao comentar a recusa, Pamela afirmou: “Isso mostra a hipocrisia do New York Times, a excelência do seu jornalismo e sua disposição de se ajoelhar diante da pregação islâmica”.
Eileen Murphy, porta-voz do New York Times, repete a resposta que teria sido enviada a Pamela quando houve a recusa: “Nós não nos negamos a publicar. Decidimos adiar a publicação em razão dos recentes acontecimentos no Afeganistão, como a queima do Corão e o assassinato de civis por um membro das Forças Armadas dos EUA. Acreditamos que a publicação desse anúncio agora poderia pôr em risco os soldados e civis dos EUA, e nós gostaríamos de evitar isso”.
EncerroHuuummm… A resposta é a mesma dada por aquele rapaz da BBC. A síntese é a seguinte: “Como os cristãos não são violentos, então a gente pode insultá-los à vontade. Não mexemos com os muçulmanos porque, vejam bem!, eles podem reagir. E a nossa valentia não chega a tanto.” Em “Máximas de Um País Mínimo”, escrevi que pregar a morte de Deus no Ocidente é coisa de covardes; corajosos pregariam a morte de Alá em Teerã. Fase e frase superadas. Os covardes não têm coragem de criticar o Islã nem no Ocidente!
Noto que a resposta oficial do New York Times já é um mimo da autoflagelação. A queima dos livros do Corão, é evidente, foi acidental. Os EUA inteiros não podem ser culpados pelo gesto tresloucado de um soldado, que será punido — à diferença dos terroristas, que ficam sempre impunes. “Ah, mas eles entendem de outro modo!” Entendi… Se eles entendem de outro modo…
Esses valentes, pelo visto, querem convencer os cristãos de que a sua opção pela não-violência foi um erro. Agissem como os radicais muçulmanos, seriam preservados do achincalhe dos covardes. Que os cristãos sigam defendendo a paz e a superioridade moral do seu postulado.

OBRA BATISTA ORGANIZADA NO BRASIL


O pr. José dos Reis Pereira defendia a idéia (que também era defendida pelos primeiros missionários americanos) de que a obra batista organizada no Brasil começou com a fundação da PIB do Brasil, em Salvador, em 15/10/1882.
No entanto, nesse tempo já havia duas igreja batistas no Brasil, em Santa Bárbara d’Oeste/SP: a primeira, organizada em 10/9/1871 pelos imigrantes americanos da Colonia de s. Bárbara, e a IB da Estação, organizada em 2/11/1879, por membros saídos da primeira.

Quando William Buck Bagby chegou ao Brasil, em março de 1881, foi logo para S. Bárbara, onde estudou a língua portuguesa com o ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque, que tinha sido batizado e consagrado ao ministério no dia 20/6/1880, ali em S. Bárbara. (Albuquerque foi o primeiro batista brasileiro e o primeiro pastor batista brasileiro ao mesmo tempo.)

Em  março de 1882 chegou ao Brasil o segundo casal de missionários, Zacarias e Catarina Taylor, que também foi para S. Bárbara. Em agosto desse ano (1882), após muitas considerações, os Bagby (William e Anne), os Taylor (Zacarias e Catarina) e Albuquerque (a esposa dele, d. Senhorinha, não havia sido batizada ainda) decidiram ir para a Bahia, onde fundaram, eles cinco, a 1ª IB da Bahia, mais tarde a PIB do Brasil. As cartas de transferência deles foram cedidas pela IB de S. Bárbara.

O argumento dos missionários, também aceito por Reis Pereira, é que essas igrejas pioneiras eram exclusivas para os imigrantes, mas as pesquisas da ir. Betty Antunes de Oliveira, descendente daqueles pioneiros, revelaram que eles pediram à Junta de Richmond que enviasse missionários para o Brasil. Assim, eles também estavam interessados em evangelizar os brasileiros. O próprio ex-padre Albuquerque é um exemplo disso, embora tenha sido ele que procurou os batistas. Outro argumento é que as duas primeiras igrejas foram extintas, mas isso não muda a história.

A CBB aprovou considerar a data de 15/10/1882 como o início do trabalho batista no Brasil e os missionários assim entendiam também. Em 1982 houve uma assembleia histórica da CBB, em que o Centenário Batista do Brasil foi celebrado com pompa e circunstância, em Salvador/BA. Posteriormente, após as pesquisas e descobertas da ir. Betty, o assunto foi retomado e a CBB aprovou recentemente reconsiderar a questão e decidiu considerar a data de 10/9/1871 como o “marco inicial’ do trabalho batista no Brasil. Reis Pereira já havia falecido, mas, certamente, concordaria também com essa decisão, embora outros líderes sejam contrários.

O fato histórico: a primeira igreja batista no Brasil foi a de S. Bárbara, organizada em 10/9/1871 (foi extinta por volta de 1909, mais ou menos); a atual igreja ali é mais recente; a segunda igreja batista no Brasil foi a da Estação (2/11/1879), também extinta mais tarde; a terceira igreja batista no Brasil é a PIB do Brasil, em Salvador (15/10/1882); a quarta é a PIB do Rio de Janeiro (24/8/1884); a quinta é a PIB de Maceió, fundada em 1885 pelo pr. Albuquerque, na terra dele (era alagoano).
Já saiu um novo livro:  “O marco inicial batista”, de autoria de Marcelo Santos, edição da Convicção Editora, que explica a história (ainda não o li).

Esperando ter ajudado um pouquinho, com um grande abraço, Bruno, por email da Lista Amigos Batistas.

quinta-feira, 8 de março de 2012

(35) Mobilização Missionária em Freguesia do Ó/SP

(35) Mobilização Missionária em Freguesia do Ó/SP:

'via Blog this'

MADURO OU VELHO (Por: Pr. Valdomiro Júnior)

A igreja está ficando velha. Esta frase me incomodou então procurei pensar sobre ficar velho ou amadurecer.

Quando alguém fala velho é porque passou o tempo, ficando acabado, sem energia, com doenças, cansado,devagar, ultrapassado, sem utilidade.

Velhice é sinal de limitação.

Velhice não é uma idade, pois encontramos adolescentes velhos, adolescentes que não amadureceram, só tem idade, só passaram pela ação do tempo, os corpos mudaram, mas a mente continua infantil. Atitudes de criança, não se tronam mais sábios, não conseguem tomar decisões, não evoluíram no modo de ver o mundo, suas opiniões são limitadas e ultrapassadas, não se atualizaram, se tornaram velhos mesmo com dezesseis ou dezessete anos, porém velhos.

Amadurecer é crescer em sua essência, atribuir valor, aumentar a sabedoria, cada vez mais confiável, pronto para ser  útil. quando falamos que uma criança é madura, estamos dizendo que o seu relacionamento com o mundo e as pessoas que lhe rodeiam evoluiu mais do que sua idade, percebemos que suas opiniões estão a frente do seu corpo, aproveitam mais das oportunidades.

Igreja velho, é uma igreja ultrapassada, doente, limitada, lenta em sua velocidade. uma igreja velha parou no tempo, continua tentar se relacionar com uma sociedade que não existe mias, se tornou inútil e sua relevância é apenas histórica.

Crentes velhos, que só tem idade da igreja, são ultrapassados, improdutivos, doentes, lentos em suas ações, com visão limitada do mundo e das pessoas que lhe rodeiam. suas opiniões não acrescentam, pois estão anos atrás, corpos velhos, mente infantil, falam sem responsabilidade e não assumem atitudes sábias, suas manifestações são irresponsáveis e sem impacto,fracas e cada vez mais irrelevantes.

Amadurecer deve ser o nosso alvo, só o amadurecimento nos leva ao verdadeiro crescimento, amadurecimento nos torna cada vez mais produtivos, só o amadurecimento mantém nossas vidas impactantes e relevantes diante do mundo de hoje.

Palavras maduras impactam nossas vidas, palavras velhas só nos fazem perder tempo e nos levam para trás.

I Corintios 3:1-3; I cor. 14:20; Efésios 4:11-15

Extraído  da Pastoral da Primeira Igreja Batista em Jandira - 04/03/2012 -Aniv. de 34 anos da Igreja



segunda-feira, 5 de março de 2012

Por que Fátima deixou o JN ?



Ultimamente tenho visto que a Globo tem cessado qualquer ataque ao governo e ao PT, e começou a virar uma espécie de Granma brasileiro ( Granma,  para quem não sabe, é um jornaleco controlado pela ditadura do Partido Comunista Cubano que só fala bem do governo, mentindo descontroladamente), inclusive se sujeitando àquelas constrangedoras matérias onde o Brasil é uma nova e ascendente potência mundial em meio à crise econômica mundial, todos estão felizes e têm emprego sobrando para todo mundo. 

Resolvi fazer uma pequena pesquisa e não foi difícil descobrir o motivo. Os   próprios blogs esquerdistas se entregam... 
O todo poderoso do jornalismo da  Globo até pouco tempo atrás era o Ali Kamel, que tinha seus defeitos mas não gostava de cotas, populismo, bolsa-esmola e principalmente de ladrão, logo, não gostava do PT.
A Dilma "Estela-Luiza-Patricia-Wanda" Rousseff, no melhor estilo Hugo Chávez, chamou a Globo e lembrou que está chegando a época de renovação de concessão e que o Ali Kamel estava incomodando, pois se continuassem a cair ministros corruptos logo não teria mais ninguém em Brasília e mandou colocar um "cumpanhêro" no lugar dele, um esquerdista. O nome era Amauri Soares, um grande entusiasta dos petralhas.
Isso foi feito, Amauri Soares como todo bom esquerdista,  já entrou colocando mamata para a família, no caso sua mulher, a Patricia Poeta, que entrou via peixada no Jornal Nacional. Veja que foto meiga, no meio o possível futuro novo âncora do JN.
 
 
Isso explica a atual cara de bunda do William Bonner que viu sua mulher ser obrigada a ter uma crise de "cansaço"  e  "pedir" para sair e buscar outros ares na tenebrosa manhã da Globo junto com programas do naipe de Ana Maria Braga. Não podemos nos espantar se daqui a pouco o Bonner sair e entrar algum companheiro do partido ou algum outro parente do Amauri Soares.


Já que o PT não conseguiu enfiar goela abaixo o controle da mídia, tentado varias vezes por Lula, resolveu enquadrar a maior emissora e formadora de opinião do País na cartilha do partidão.
 

E assim vai caminhando nossa pseudo-democracia.
 

Os petralhas já compraram a UNE, os sindicatos, a OAB, bancaram a maravilhosa e imparcial "Carta Capital"  e,  agora,  a Globo caiu de quatro.  Estamos caminhando a passos largos para virarmos uma Venezuela.
 

P S =  O povão é tão débil mental que ao invés de se revoltar com os escândalos dos ministros, que só caíram apenas e tão somente devido a denúncias das poucas trincheiras anti-PT,  como a Veja e a Folha, acreditam que isso se deve ao espírito disciplinador e justiceiro da digníssima presidenta que é tão honesta que falsificou o próprio currículo lattes inventando "apenas" um mestrado e um doutorado e depois que a casa caiu disse que foi um "pequeno erro".  Ou  seja: não existe mais falsidade ideológica, é tudo apenas um pequeno engano. Na próxima reforma do CPB é capaz de cair o artigo 299. 
 
Para quem engoliu o "não sabia de nada" do Lula, o pequeno engano da Dilma é fichinha...
 
Para pensar:
 

"A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo a nunca mais escaparem dela".  "A propaganda quer impregnar as pessoas com suas idéias. É claro que a propaganda tem um propósito. Contudo, este deve ser tão inteligente e virtuosamente escondido que aqueles que venham a ser influenciados por tal propósito NEM O PERCEBAM." (Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler)
 

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."  (Rui Barbosa)