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sábado, 21 de janeiro de 2012

Pastores que sofrem nas mãos da Igreja – O outro lado da moeda.


Extraido do blog  do pr. clair - por Renato  Vargens



  
    Devido a existência de uma casta de pastores que vivem nababescamente fazendo do nome Deus catapulta para o enriquecimento pessoal, um número incontável de pessoas associam o ministério pastoral a um meio fácil e desonesto de enriquecer e ganhar dinheiro.

Lamentavelmente sou obrigado a concordar que alguns dos chamados “ministros de Deus”, em virtude da fama e do poder que o ministério lhes pode conceder, negociaram a fé, trocando suas almas, sonhos e dignidade por trinta moedas de prata. Tais pessoas imbuídas de uma espiritualidade mistica e sensasionalista transformaram-se em mascates da fé promovendo invencionices escalafobéticas cujo objetivo final é a sua prosperidade financeira. Todavia, ao contrário do que se possa imaginar existem em nosso país, milhares de pastores que não se dobraram diante deste espírito mercantilista. Na verdade, conheço inúmeros ministros do evangelho que passam significativas necessidades simplesmente pelo fato de terem se recusado a vestir a carapuça do coronelismo, optanto assim por viver a vida cristã de forma santa, irrepreensível e ilibada. 

Alguns destes ministros (nem todos, graças a Deus) sofrem horrores nas mãos de seus conselhos, presbitérios e assembleías, que de forma desrespeitosa humilham seus pastores pagando-lhes um salário de fome. Não são poucas as vezes que diante de uma crise financeira a igreja propõe a diminuição do salário pastoral ou o corte do plano de saúde dos filhos, ou até mesmo demissão do ministro. Para piorar a situação, alguns consideram o trabalho do pastor fácil demais, daí não entenderem a necessidade do pastor gozar férias, isto sem falar no massacre emocional que fezem sobre a esposa e familia do pastor exigindo deles perfeição em todos os momentos da vida.

Caro leitor, ouso afirmar que alguns irmãos não tratam seus pastores como deveriam. Vez por outra recebo emails ou ouço de algumas pessoas criticas relacionadas ao salário dos pastores. Ora, como mencionei anteriormente, sei existem alguns pastores que vivem nababescamente usufruindo do dinheiro do povo de Deus, no entanto, a esmagadora maioria dos líderes cristãos lutam com dificuldade para sustentar suas famílias. Sei de incontáveis histórias de homens de Deus que trabalham duro fazendo tendas, visto que a igreja que pastoreia não valoriza o seu serviço pastoral pagando-lhe um salário digno.

Ora, assim como os membros de sua igreja o pastor precisa pagar suas dividas, saldar seus impostos, vestir seus filhos, pagar escola, comprar material escolar, e tantas outras coisas mais. No entanto, parece que parte da igreja de Cristo encontra-se anestesiada quanto as necessidades de seus líderes espirituais, mesmo porque, para alguns o pastor não deveria receber salário.

Há pouco soube de uma história no mínimo triste. O tesoureiro de uma igreja teve a cara de pau de afirmar o seguinte: - “Ué, ele não é pastor? Que viva pela fé! A igreja não tem dinheiro para pagar este mês o salário dele.” Em outra situação, a junta diaconal disse: “Ele tá reclamando de que? Ele que espere! Quando a igreja tiver dinheiro paga o que lhe deve!”

A Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."

Caro leitor, a orientação do Senhor é clara em afirmar que os que anunciam o evangelho que vivam dele. Além disso, as Escrituras afirmam que os “Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário” ( Timóteo 5:17-18) 

Diante do exposto, acredito que a Igreja de Cristo deva tratar com amor, respeito e consideração àqueles que no Senhor os tem presidido. Lidar com desdém e desprezo o salário de homens de Deus que dedicam suas vidas a oração, ensino e pastoreio de vidas é opor-se aos ensinamentos dos apóstolos.

Pense nisso!

Renato Vargens

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Templos de igrejas são atacados em Zanzibar



16 jan 2012
ZANZIBAR
Longe do olhar da mídia mundial, em ilhas que se localizam na costa leste da África, os edifícios de igrejas estão sendo destruídos e cristãos, marginalizados e presos por sua fé.
Na ilha de Zanzibar, na semana passada, extremistas islâmicos destruíram dois edifícios de igrejas, segundo informações de líderes cristãos do país. Os extremistas queimaram o edifício da Irmandade Evangélica Pentecostal da África, que fica na cidade de Mtufani Mwera.
O ataque aconteceu às 7 horas da manhã do dia 3 de dezembro, segundo informações vindas do líder da igreja, pastor Julius Makoho. Os danos na igreja foram estimados em, aproximadamente, 10 mil dólares.
“Quando cheguei ao local na manhã de domingo, descobri que a igreja tinha sido reduzida a cinzas; havia garrafas ao redor, dando a entender que os criminosos jogaram gasolina e parafina para incendiar o edifício”, afirmou o pastor Makoho.
Como os criminosos fugiram, algumas testemunhas, que pediram anonimato, disseram que, enquanto incendiavam a igreja, eles gritavam que não queriam igrejas naquela região. Até agora não foram efetuadas prisões relacionadas ao incidente.
Daniel Kwilembe, bispo de uma igreja de 80 membros, disse que as autoridades no arquipélago predominantemente muçulmano tendem a não tomar nenhuma atitude em crimes contra cristãos.
“Os muçulmanos estão queimando edifícios de igrejas com bastante frequência aqui em Zanzibar, mas o governo não tem feito nada para impedir que as propriedades dos cristãos não sejam mais destruídas”, disse o bispo.
Zanzibar tem uma população estimada em 700 mil pessoas. No país existem apenas 60 congregações cristãs, de acordo com o World Operation. Zanzibar se uniu com a Tanzânia no ano de 1964.
FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

NASCIMENTO DE UMA NOVA FÉ



Depois de muito pensar em minhas experiências como Pastor e Missionário na preparação para o batismo, ministrada aos novos convertidos para o ingresso na igreja,  ensinamos a Palavra trazendo aos discipulandos os conhecimentos básicos da Bíblia para a sua pública profissão de fé.

As aulas são expostas de modo simples e prático sem pretensão de ensinar teologia, apenas como desejo de que os discipulandos fiquem informados sobre os principais e fundamentos da doutrina bíblica, e que estes alcançando o objetivo, honre o Nome de Jesus e seja uma  benção  No Reino e tenha uma fé sólida e genuína na Palavra  de Deus.

A vida cristã tem um começo definido, desde os seus primeiros momentos, os quais eu chamo de o Nascimento de Uma Nova Fé. Esse começo é a fé em Jesus, a qual leva a pessoa a uma nova relação com Deus. Essa é a fé genuína que não pode ser sufocada, mas que precisa ser exteriorizada.

A primeira manifestação se dá quando a pessoa confessa que é uma nova criatura. Essa manifestação chama-se conversão. A fé desce até o íntimo do ser humano, e a confissão é o meio pelo qual a mesma é anunciada, sendo Jesus proclamado e reconhecido como Salvador.

Não se trata de proferir palavras, nem de confessar que pertence a um credo religioso, mas de testemunhar a mudança que houve por dentro e por fora. É uma decisão da alma, um ato  altamente espiritual. Agora a vida inteira está entregue aos cuidados de Jesus.

Portanto, é sempre importante levar este discipulando a entender  de que a Declaração de fé é a afirmação de que: - crê em Deus Pai, o Criador; Deus Filho, o redentor e no Deus Espírito Santo, o regenerador, o santificador das vidas e repartidor dos dons; crê na Bíblia como sua única regra de fé e prática; crê que a Igreja é o Corpo de Cristo; crê no exercício dos dons espirituais.

Há dois textos bíblicos importantíssimos que devem ser observados, concernentes à Declaração de fé que  além de todas as demais ministração que aplicamos mas que todos os servos de Deus precisam sempre ter em mente em todos os momentos de suas vidas a qual vamos expor: "Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu pai, que  está nos céus". Mt.10:32-33;

"Mas que diz? A Palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração;  esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: se com tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração  creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação".Rm 10:8-10.

Para que se torne realidade o ensinamento desses textos, é necessário que o evangelho seja pregado como Jesus Mandou: "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" Mc. 16:15-16. Essa pregação é direcional, ela tem um alvo e esse alvo é  a salvação do pecador. Após a aceitação de Jesus como Salvador pessoal, nasce no coração a fé que salva: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus" Ef. 2:8.

A declaração pública, que deve ser clara  e entusiasta, é o reconhecimento do que o apóstolo Pedro fala- "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" I Ped. 2:9. Proclamada a viva voz, torna-se um compromisso perante os homens e perante Deus. Essa proclamação leva ao batismo, que é o sinal visível, que vai testificar a graça invisível de Deus no coração.

O batismo não é oferecido pela igreja como meio de salvação, mas é ministrado aos que crêem. Nessa declaração de fé, o salvo expressa a alegria que invade o seu coração para todos os quantos precisam saber. a conversão é um acontecimento tão grande que repercute no céu - "Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende". Lc. 15:10

Assim você vai declarar a sua fé, tantas vezes quantas forem necessárias, a fim de que, testemunhando, Jesus seja glorificado.

 "E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário,a nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica". II Cor. 3:4-6

Portanto, confie em Deus para o Ministério. Quem ensina a Palavra de Deus lembra que um ministério frutífero é resultado da Soberana Bondade de Deus para que o aluno e o professor vivam na dependência de Deus e o glorifiquem por Suas obras graciosas.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

AS RAÇAS PROCEDENTES DOS TRÊS FILHOS DE NOÉ



Segundo o esquema de Paul E. Ilhrke de Chicago, E.U.A com base em Os descendentes de Cão Gn. 10:6-20 quatro raças originaram-se dos quatro filhos de Cão. Essas por sua vez subdividiram-se depois.
 Povoaram as terra da África, da Arábia oriental, da costa oriental do Mar Mediterrâneo, e do grande vale dos rios Tigre e  Eufrates.
Não há provas para afirmar que todas as raças descendentes de Cão eram negras. As primeiras monarquias orientais eram dos descendentes de Cão, por Cuxe.

Existe uma opinião que alguns dos descendentes de Noé emigraram para a China e que de lá passaram para as Américas através do Estreito de Béringue e do Alasca. Certos cientistas são de opinião de que em algum tempo os dois continentes estivessem ligados.

A distribuição da descendência de Cão - filho de Noé é a seguinte:
 
                                                              CÃO - FILHO DE NOÉ
                                                                   Quatro Filhos

                                                                 Raças Turianianas e Negras
Cuxe                                     Pute                                   Canaã                              *Misraim
Etiópia                                  Líbia                                   Palestina                               Egito
Seis filhos:                                                                                                              Sete filhos:
Sebá                                                                                                                      Ludim:
Etíopes de Meroé, no rioNilo                                                                                 Núbia(?)
Havilá                                                                                                                    Anamim
Arábia                                                                                                                   Líbia
Sebtá                                                                                                                     Naftuim
Costa sul da Arábia                                                                                                Na Petu (?)
Raamá                                                                                                                    Patrusim
Golfo Pérsico                                                                                                           Filístia
Sabtecá                                                                                                                  Caftorim
a região sul oriental da Arábia                                                                                  Creta
*Nimrode                                    *Nimrode, rei da Babilônia                    *Misraim é Menes I, o
Babilônia                                         foi o fundador do antigo                        primeiro rei do Egito, segundo
                                                       Império Babilônico. Foi o                      o livro: "The Two Babylons"
                                                       falso "Messias" e fundador                     Hislop pg 294
                                                      de toda religião falsa e idó-
                                                      latra do mundo.


                                                         SEM - FILHO DE NOÉ
                                                                   Cinco Filhos

                                                                 As raças Semíticas
ELÃO                                ASSUR              ARFAXADE          LUDE                   ARÃ
Elamitas                             Assirios                    Caldeus                Lídios                      Sírios
                                                                          Salã
                                                                          Héber
                                                                          Peleque
                                                                          Joctã
                                                                          Arábia
                                                                         Esta é a linhagem de Abraão
                                                                         da qual veio Jesus Cristo, o
                                                                         Messias.
Sem foi opai de cinco filhos que se tornaram cinco grandes raças e numerosas tribos menores.
Arfaxade foi pai dos caldeus que povoaram a região marginal do Golfo Pérsico. Foi progenitor de  Abraão, oito gerações anteriores. Um dos descendentes de Arfaxade foi Joctã de quem vieram treze tribos Gn.10:25-30 as quais ocuparam as partes do sul e sudeste da Península Arábica. Alguns destes nomes são mencionados na genealogia de Cão, fato que pode indicar miscigenação entre as raças.
Elã povoou uma província ao oriente do Rio Tigre e ao norte do Golfo Pérsico.
Assur povoou a Assíria às margens do rio Tigre, tendo Nínive como capital. Eram uma vez senhores de toda a terra ao oriente do mar Mediterrâneo.
Lude  e seus descendentes moraram nas bandas sudeste da Ásia Menor.
Arã  povoou a síria. Teve quatro filhos: Uz, Hul, Géber e Más. Uz morou no meio da Arábia setentrional. Jó foi um dos seus descendentes.
Hul e Géter ocuparam o território próximo ao Lago de Meron ao norte da Galiléia, segundo as informações.
Más, que é chamado Meseque em I Cr 1:17, possivelmente uniu-se com Meseque da linhagem de Jafé.

Sem, nascido 120 anos antes do dilúvio, conheceu a seu pai Noé, seu avô Lameque e seu bisavô, Metuselá, antes do Dilúvio. Lameque, por sua vez, conheceu Adão por  mais de cinquenta anos, e Metuselá o conheceu por mais de 250 anos.

Esses fatos demonstram a maneira pela qual os conhecimentos históricos do princípio da raça foram comunicados às gerações posteriores. Noé viveu até o tempo de Abraão. Sem chegou a alcançar o tempo de Isaque e Jacó, filho e neto de Abraão.

OS DESCENDENTES DE JAFÉ  Gn 10:2-5

As raças arianas  ou indo- europeias são descendentes de Jafé.
Javã teve quatro filhos: Elisá, Társis, Dodanim e Quintim.
Estes quatro povoaram a Grécia. Alguns descendentes de Quitim foram para a Itália, a França e A Espanha, formando o povo latino.
Mádai e seus descendentes povoaram a Índia e a Pérsia.

                                                             JAFÉ - FILHO DE NOÉ
                                                                            Sete Filhos
                                                          Raças Arianas e Indo -  européias
Magogue             Javã            Tubal             Gomer           Meseque            Madai           Tiras
Citas e              Quitim             Turquia         Alemães             Rússia                  Hindus          Bulgária
Russos                Gregos,                               Celtas,                                           Persas          Grécia
                         Latinos                                 Eslavos,
                         Franceses                             Escandinavos,
                                                                     (Suecos, dinamarques,
                                                                     Noruegueses), Goters,
                                                                     Teutões, Belgas,
                                                                      Anglo-saxões, Holandeses,
                                                                       Suíços.

Gomer teve três filhos: Asquenaz, Rifate e Torgarma. Os descendentes de Asquenaz povoaram a turquia, enquanto os descendentes de R
iafate povoaram a Iuguslávia ou Sérvia e a Áustria.
Os descendentes de Gomer deram origem aos Celtas, os Alemães e aos Eslavos. Os Celtas emigraram para as Ilhas Britânicas, Gales, Escócia e Irlanda.
Algumas das tribos germânicas emigraram para a Noruega, Suécia e Dinamarca, tornando-se os Escandinavos descritos pelos romanos como altos, loiros e corpulentos.
Outras tribos germânicas povoaram a Alemanha ocidental, a Bélgica, e a Suíça, tomando o nome de Goters.
Os que permaneceram na Alemanha ficaram conhecidos como "teutões", ocupando o norte e o sul da Alemanha. Os do norte, por sua vez, tornaram-se os "anglo-saxões" e os holandeses. Assim, tivemos a formação das primeiras raças existentes até hoje.