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terça-feira, 8 de março de 2011

DIA INTERNACIONAL DA MULHER




 Uma História de muitas lutas

- Ocupei diversos cargos durante minha jornada de vida de trabalho:Auxiliar Administrativo,Gerente, Assessor de gabinete, professor,Técnico em Segurança do Trabalho, onde lidei diretamente com pessoas. E, como Pastor Batista e Missionário, continuo a 
lidar com pessoas.

Na oportunidade, convivendo diária e diretamente com a população carente por onde passei e passo, pude perceber os principais anseios e, acima de tudo a garra e o papel importante que as mulheres da nossa sociedade desempenham em nossa comunidade.

Vejo mulheres que exercem o papel de “Pai e mãe” de família;
Vejo mulheres que ultrapassam o estigma de “sexo frágil” e não medem esforços – inclusive físicos – para levar o pão de cada dia  para casa.

Vejo mulheres que apesar da pouca idade, desviam-se das condições de “menina” para como mulher – priorizar sua função de mãe.
Enfim, é importante ressaltar – não apenas no dia 08 de março, data em que se comemora o DIA INTERNACIONAL DA MULHER – o valor e o grande espírito  de luta de todas as mulheres.

- Destaco aqui aquelas mulheres, solteiras ou casadas que deixaram o conforto de seus familiares e se lançaram no campo de batalha missionária. Meus parabéns à todas às mulheres em todos os níveis do status social.


NOS TEMPOS ANTIGOS

-Quero fazer menção aqui também à uma missionária Priscila, mulher usada por Deus para influenciar pessoas de pelo menos três nações: Roma, Grécia e Ásia Menor.(Atos dos Apóstolos );
Meg Crossmam mobilizdora para o ministério transcultural entre os não alcançados;

Marguerite Kraft, que serviu como missionária entre os Kamwes no norte da Nigéria;

Luzia, que viveu por volta do ano 300, que trabalhou com obras de caridade na Sícilia e foi condenada à morte  porque recusou deixar o seu trabalho em ajudar os pobres;

Melânia, que também tinham um importante trabalho missionário por volta do ano 410;

Clara, que viveu e trabalhou no inicio do século XIII, uma reformadora do cristianismo visando o pobres que andavam esquecidos à margem da sociedade;

Muitas mulheres foram martirizadas em razão de seu amor por Jesus durante os primeiros três séculos do cristianismo. Estas mulheres, que escolheram deixar tudo, para servir a Deus e viver uma vida separada do mundo, foi dada a oportunidade de proclamar o evangelho por meio da estrutura eclesiástica, fundaram escolas, orfanatos e até mesmo templos a fim de estabelecer a fé por onde passaram.


OPORTUNIDADES EM ÁREAS ESPECIAIS

As mulheres em missão sempre demonstraram uma aproximação holística, com ênfase tanto no evangelismo quanto nas necessidades humanas. Elas mostram um profundo compromisso em relação a mulheres e crianças: educação, serviço médico, lutas contra à tradição de enfaixe dos pés, casamento infantil, homicídio de mulheres, opressão social e religiosa.

Às mulheres tem sido permitida mais liberdade no ministério cristão, e o trabalho delas estende-se desde o evangelismo e a plantação de  igrejas à tradução das Escrituras e ao ensino em seminários.

As mulheres cristãs de hoje precisam conhecer e celebrar sua herança. Podemos estudar a vida de grandes mulheres que serviram à causa de Cristo e torná-las como modelos. De Mary Slessor, mulher solteira pioneira na áfrica,a Ann Judson, na Birmânia, e Rosalind Goforth, na China, esposas que serviram integralmente; de Amy Carnichael, na índia, a Mildred Cable,no deserto de Gobi; de Gladys Aylward, a pequena emprega doméstica determinada a ir para a China, a Eliza Davis George, mulher negra que foi missionária na Libéria; da tradutora Rachel Saint à médica Helen Roseveare; de Isobel Kuhn e Elisabeth Elliot, que mobilizaram escritores missionários, à Lottie Moon, líder exemplar nas missões e educação; das simples donas de casa filipinas, no Oriente Médio às executivas que instruem as anônimas “mulheres da Bíblia”,na China.

Claro que não poderíamos deixar de forma uma missionária importante da História Bíblica – Maria mãe de Jesus, que também cumpriu o seu papel missionário de louvar a Jesus seu Salvador juntamente com todas as demais mulheres  que aguardam o grande dia do arrebatamento da igreja, e juntamente com todas as demais serão levadas para estarem ao lado do  Grande Mestre e Salvador Jesus Cristo.

Também, não posso deixar de mencionar  nesta dedicação  a Minha Querida e amada esposa Elisete – Maria Elisete da Silva Oliveira, que por décadas tem me auxiliado e ao meu lado no Ministério do evangelho de Jesus Cristo, e, agora por último no campo  Missionário incansavelmente levando o amor de Deus a muitos. Obrigado Zete por me amar ao ponto de deixar seus filhos e bens, para estar comigo no arrebatamento de almas para Cristo.
Ah! Não posso deixar de mencionar aqui minhas filhas Évelin  
e Érika que juntamente com seus cônjuges e irmãos, cunhados, e nossa nora Adriana, liberam-nos ao campo de missões.
E à Maria Helena,  nossa gerente de Missões Nacionais  e suas auxiliares.


CONCLUSÃO

Como  se pode observar , a lista é grande e maravilhosa! Portanto, ainda por completar e aguarda a ansiosa a contribuição de gerações atuais e futuras de mulheres, tocadas pelo desejo de realizar a tarefa que ainda está por vir. Elas podem mobilizar-se e dedicar suas  habilidades, sua acessibilidade, seus conhecimentos, sua ternura, sua intuição e seu distinto fervor ao trabalho.
O espírito pioneiro, cheio de dedicação e de fidelidade demonstrado pelas mulheres através da história da Igreja definirá o padrão. Afinal, a tarefa é muito vasta para ser completada sem a participação de todo o povo de Deus.
Parabéns à todas as mulheres de hoje , do passado e do futuro, Deus seja com todos.
Pr. José Lopes de Oliveira
Miss. da JMN/CBB – em Icém/SP